30 de mai de 2010

CELEBRAI GAIA - 30/05/10


CELEBRAI GAIA
Mensagem de kryon através de Lee Carroll
Monte Shasta, E.U.A. 24 de abril de 2010

Saudações, queridos, eu sou Kryon, do Serviço Magnético.

Há uma energia da Casa neste lugar. Para alguns ela é gorda. Enquanto meu sócio traduz estas palavras, dos grupos de pensamentos que eu lhe dou, a sua voz aparenta ser a minha voz a falar estas palavras. Durante os anos em que ele tem feito isto, isto tem sido para mim em verdade o melhor que isto pode ser porque as traduções dão a vós tanto o que sai do coração quanto do intelecto. Isso significa que a língua está, portanto, completa, porque é o balanço destes dois que dá discernimento a vós. O que está a acontecer aqui é real, autêntico e acurado.

Na última semana, no tempo de vocês, o meu parceiro esteve num outro país e eu lhe dei informação sobre Gaia. Durante o mesmo tempo eu lhe aconselhei a não gravá-la. Ele então poderia escutá-la, ser parte dela, antecipá-la e ser claro com a mensagem quando nós quisermos que ele a grave. Isso seria agora. Então esta mensagem, nesta noite, é tudo sobre o vosso relacionamento com Gaia e o que está acontecendo no planeta – caso vós entendeis ou não. É portanto, uma revisão, caso vós já a tenhais escutado - alguns de vós já a escutastes – e coisas que vós jamais pensastes.

Nós começamos com isto. Mais do que uma revisão, uma lembrança, porque os indígenas da terra, ou sejam, os antigos, revelaram o planeta no qual estavam. Era como uma mãe para eles. Eles iriam olhá-la como a fonte de todas as coisas boas. Ela os suprira de comida, tanto da floresta quanto do solo, suprira a água e lhes deu abrigo quando ela mesmo estava zangada. Mitologias se desenvolveram ao redor disso e estórias prevaleceram, mesmo sobre os deuses da antiguidade. Elas se tornaram representações da energia de Gaia.

Em vez de lhes por num cenário de singularidade, foram divididas em muitíssimas energias com aparência divina; da terra, da água, do ar, do sol, da quentura, do frio, mas sempre com respeito. Isso existiu desde algumas centenas de milhares de anos, sempre com respeito. Os Lemurianos viram isso e foram alguns dos primeiros a estabelecer um protocolo com Gaia. Ele viram Gaia como uma energia de consciência que vós supondes ser a mãe-natureza. Sobre isso nós gostaríamos de falar hoje.

Os Lemurianos descobriram que há um balanço que poderia ser realizado através do dar e tomar, tal como ocorre quando vós visitais um amigo, quando vós trazeis convosco um presente. Então Gaia sempre recebia presentes como compensação por solicitações. Oferecimentos sempre causaram um balanço. Se vós tomastes algo da terra, vós destes algo em retorno. Poderia ser algo simples, mas era algo que vós tínheis ou possuístes. Era algo vosso. O que vós dáveis a Gaia.

Durante o processo, meus amados, chamado civilização moderna, até mesmo entre trabalhadores da luz, isto não tem sido recriado, porque vós não acordais na manhã fazendo uma oferta a Gaia. Vós podeis fazer todas as outras coisas. Vós podeis falar a vós mesmos. Vós podeis ter visões que se interlaçam com o Eu Superior de cada um de vós, mas, de algum modo, aquela entidade que é Gaia é deixada atrás. Então esta é uma canalização que vos convida a vos reconectar com a energia da terra para então criar uma ponte para vos conectar ao que está a acontecer com a consciência do Ser Humano enquanto ela modifica Gaia.

Gaia está a serviço da humanidade. Gaia muda enquanto a vossa consciência muda. É automático. Eu vos digo isto: vós tereis um controle muito mais substancial sobre o que está a se passar neste planeta caso vós comeceis a ter um relacionamento com Gaia. Agora vós tendes apenas medo e vós dizeis ‘o que está a acontecer?’ Vós não entendeis que muito do que acontece foi causado por vós mesmos; não por alguma coisa que vós, enquanto humanidade, tereis feito de modo (tridimensional) ao meio ambiente, mas como consciência.

Nós queremos rever o que dissemos sobre o clima. Há 21 anos atrás eu fiz o meu sócio escrever num pequenino livro branco o que ocorre hoje. A razão pela qual nós fomos capazes de vos dar esta profecia é que nós vimos o potencial de uma mudança de consciência a suceder neste planeta que seria tão grande que afetaria o solo da Terra, algo tão grandioso que vós manifestastes uma mudança na moldura de tempo de Gaia. Vós cumpristes isso. Vós avançaríeis o que aconteceria de qualquer modo. Vós cumpristes isso. Eu revejo isto convosco, que as mudanças climáticas que nós estamos a ver agora, profetizadas para vós por eu mesmo há 21 anos atrás, não é uma surpresa nem é causada pelos poluentes que vós pondes no ar. Vós podeis chamar isso de “aquecimento global”, caso vós assim desejeis. É uma frase bonitinha. É algo que quiçás vos levará a colocar menos poluentes na atmosfera, o que seria bom. Entretanto, o que vós vedes no clima agora aconteceria de qualquer modo dentro de 300 anos vindouros, mas não agora. Nós intitulamos isso como “o ciclo da água”. É sobre água; não é sobre ar. Água é o atributo predominante do ciclo da água que vós vedes. Mais predominante é a temperatura dela. É gelo? Ou não é gelo? Este ciclo tem sido repetido neste planeta inúmeras vezes. Não é novo. Não é excepcional. Não é assustador. Nos dias de Lemúria o nível das águas do oceano pacífico era quase 400 pés mais baixo. Isso aconteceu há somente 40.000 anos atrás. Há um ciclo das águas. Muito disso era gelo. Vós estais a rumar em direção a um novo ciclo das águas. O último foi no século XV. Eles são tão lentos que não há nenhuma lembrança humana deles. Em adição a isso, a longevidade de tempo é tão grande que o arquivamento de registro não existe na forma em que ocorre atualmente, mas vós ainda podeis observar os anéis nas árvores e vós podeis observar as ranhuras nas rochas. Vós podeis descobrir que no século XV vós tivestes uma mini era de gelo. Vós tereis uma outra. Não é uma emergência. Não é algo para se temer. Vós já passastes por isso antes. A humanidade, mesmo sem tecnologia, passara por isso antes. Vós deveis reconhecê-la e fazer adaptações para “sair do caminho.” Há 21 anos atrás nós vos dissemos que haveria um tempo no qual vós poderíeis crescer plantações onde antes não podíeis e vice-versa. É o ciclo das águas. Portanto eu vos trago isto: não vos alarmeis nem vos amedronteis com o que vós vedes hoje. Está a mudar em frente a vós e vós nunca vistes isto antes. É assustador e é explicável.

A primeira coisa que nós queremos trazer até vós é isto: o gelo está a ser derretido. Vós sabíeis disso. No derreter do gelo há uma tremenda mudança de peso. Aquilo que está nos polos do planeta se redistribui em forma líquida ao redor da crosta. Enquanto o gelo derrete vós tereis uma tremenda mudança de peso numa crosta bastante fina. Isso será algo que necessitará ajustes. Terremotos. Vulcões. Olhai onde os vulcões estão, próximos ao polo. Nós dizemos novamente a vós o que nós já dissemos, que o Chile ainda não viu o fim disso, porque lá há um vulcão que realmente quer entrar em erupção. Se irá ou não está a depender do potencial do tema desta lição. Tendes vós um relacionamento com Gaia? Ou não? Podeis vós dar instruções a Gaia para se mover menos em áreas que são povoadas? Credes vós que vós tendes tal poder? Este é o Ser Humano a exercer o poder da consciência sobre a matéria. É o relacionamento com o planeta que quer ouvir de vós.

Enquanto a crosta se ajusta, vós tereis mais terremotos. Haverá mais atividade vulcânica, trabalhadores da luz que escutais a isto na sala e fora dela, milhares de vós. Restabelecei o relacionamento e observai o que acontece: terremotos em áreas despovoadas, debaixo oceanos e sem tsunamis, vulcões que afetam ninguém. É possível. É factível. Isto é o que acontece neste momento com Gaia. Não vos alarmeis...[vá devagar, meu sócio.]...Há um aumento de atividade que é temível. O que nós estamos a dizer é isto: é normal e está a ocorrer em cada momento singular, o gelo está a derreter.

Agora, algo que vós deveis saber. A ciência sabe disso e não é algo que segue o “aquecimento global”: o gelo está a derreter por baixo. Prestai atenção. Não há nada a ver com poluentes no ar; é uma ocorrência natural e cíclica enquanto a água se torna mais quente - e se tornará – o potencial de tempestades aumenta. Tendes vós um relacionamento com Gaia? Ou não tendes? Gostareis de dizer a Gaia onde vós desejais que as tempestades ocorram? Devem seguir os velhos caminhos pelos quais sempre se guiaram? Isso é informação linear. Ou podeis dizer a Gaia que caminhos as tempestades devem seguir, onde não há humanos no caminho?

Há muitas coisas a suceder no planeta neste momento. O magnetismo está a mudar também. O magnetismo do sistema solar, do sol em particular, tem influência sobre o vosso clima. O sol em particular! Quantas manchas solares tendes vós visto ultimamente? Que pensais vós acerca da correlação do sol que não tem nenhuma mancha solar? Quando podeis vós vos lembrar disso no tempo de vida corrente de vós? O que isso significa? Eu vos direi, meus queridos seres humanos. Tudo isso está inter-relacionado. Vós podeis não entender a correlação, mas eu vos digo que há uma.

O sol é o fulcro dos atributos interdimensionais do puxão gravitacional dos planetas ao seu redor. Há informação que é interdimensional. Podeis chamá-la de padronização, caso vós desejeis, que o sol gera a cada momento do dia. Enquanto os plantas puxam e empurram sobre o fulcro do sistema solar, sendo ele o sol, estas padronizações são únicas. Essas particulares padronizações são geradas e literalmente enviadas no que vós chamareis “o vento solar”. Através da energia do sol, que possui um atributo magnético, ele atingi a Terra. Esta codificação, esta mensagem, caso assim vós a desejeis, esta energia que o sistema solar está a realizar intersecta o campo magnético da Terra. Vós podeis observar isso no que vós chamais “aurora borealis”. Nisso há agora transferência da padronização do sol à rede magnética da Terra. Bem, essa é a malha magnética na qual vós estais sentados.

Agora nós vos damos informação que nós já vos demos antes, acerca do merkaba, isso quer dizer, acerca da impressão magnética de cada um de vós, que é o campo magnético ao redor de cada um de vós. Ele recebe a malha magnética e as suas instruções e as redirige diretamente ao dna, que também é magnético. Eu acabei de vos dar aquilo que é a cadeia de transmissão daquilo que vós pensais ser esotérico, mas é físico, os atributos interdimensionais do magnetismo e da gravidade do sistema solar a irem ao dna. Alguns chamam isso “astrologia.” O que mais é isso? É uma impressão de Gaia. Diz que fazer quando faz. Tudo isso está correlacionado.

Há outra coisa que está correlacionada e é totalmente desentendida. Há um outro conjunto de instruções que chegam de um lugar que vós não esperais. Há um montão de energia a atingir a Terra. Os cientistas se perguntam de onde ela vem. É cósmica. Vem do centro da galáxia. Há lá o que os vossos cientistas chamam “singularidade”, o que eles também descrevem como sendo um buraco-negro. Nós já vos dissemos que não há tal coisa como uma “singularidade” no universo. É impossível na Física; em vez disso há uma polaridade. A polaridade é um atributo de puxão e de empurrão de uma lei interdimensional que vós ainda desconheceis ou que vós ainda não reconheceis. Quando vós a reconhecerdes as duas leis da Física que faltam, porque há seis em vez de quatro. E isso explode a sua própria mensagem interdimensional para toda a galáxia e o vosso sol a recebe também. Vós podeis dizer que matéria tem uma mensagem. Matéria que não pode ser vista tem uma mensagem e ela atingi a Terra de um modo que coordena até mesmo o clima.

Aqui vós sentais, seres humanos, a sentir que vós sois um produto, uma vítima, do que sucede com a Mãe-Natureza. Nós vos dizemos isto: a mensagem de hoje é para reacordar o vosso relacionamento com Gaia. Uma vez que vós fordes capazes de realizar isso vós entendereis que vós estais no controle de tudo isso, não importando que conjunto de instruções existe para o ciclo das águas, para as estações, para aquilo que vós pensais ser incontrolável e mais poderoso do que vós podeis imaginar: atividade vulcânica e terremotos são alteráveis através de relacionamento. Os indígenas sabiam disso. Eles podiam fazer chover quando não havia previsão. Eles podiam cultivar plantações em lugares nos quais elas não deveriam crescer. Eles honravam a terra e davam presentes a ela e recebiam dela. Isto é absolutamente a verdade.

Agora nós falaremos esotericamente. Nestes últimos anos, algo tem acontecido. Nós descrevemos isto no passado e nós daremos isso a vós outra vez. Ao quebra-cabeças está somado o atributo da consciência humano que tem começado a acelerar o tempo. Eu vos disse que eu falaria disso. Aqui está. Num antigo cenário metafísico de nascimento e de morte no planeta, o humano numa velha energia chega ao planeta, aprende o que quer que deseja aprender e então falece. Isto que vós chamais “morte” é simplesmente um câmbio de energia e, no chegar e no partir numa encarnação que chamamos “expressão”, hás duas visitas à Caverna da Criação. A Caverna da Criação, mais do que um lugar esotérico, é um lugar interdimensional, invisível e nunca será encontrado, mas se localiza no planeta, onde deve estar. O núcleo almínico, isso quer dizer aquilo que é a parte da Criação em cada um de vós está armazenado na Caverna da Criação. A cada vez que vós chegais e partis, ela recebe aquela energia. Vós quiçás pensais nisso como uma estrutura cristalina com uma linha posta sobre ela a representar cada vida que cada um de vós tivestes. É a contabilidade do akash para a Terra. É diferente do registro akáshico que está no dna de cada um de vós. É um registro separado, que está no sistema de contabilidade do planeta. No passado funcionava assim: o que quer que cada um de vós tenhais realizado no planeta era depositado, após a morte, a essência disso, na Caverna da Criação. Tudo o que cada um de vós aprendestes se tornava parte de Gaia. A vibração do planeta, portanto, depende do que vós fazeis. Assim é como a vibração do planeta aumenta ou diminui, a depender do que os humanos fazem enquanto eles estão aqui. Vós voltáveis ao outro lado do véu de uma nova encarnação. Vós primeiramente visitáveis a Caverna da Criação a fim de ativar a essência das vossas almas e vivíeis uma outra vida e voltáveis à Caverna da Criação. Uma outra linha era posta no cristal de cada um de vós e tudo o que vós aprendíeis ou não era depositado lá a perfazer a malha cristalina. Essa é a parte que vibra esotericamente. Assim é como a consciência humana, no passado, afetava Gaia.

Em 1987 vós destes permissão para modificar isso. Agora é que isso se torna bom! Isso é porque eu estou aqui. Eu cheguei em 1989. Eu sempre tenho estado aqui e sempre estarei aqui, mas a manifestação das mensagens aconteceu em 1989. Através do meu parceiro e de sua vontade nós começamos a vos dar mensagens que não estavam disponíveis naquele tempo porque a terra ainda não estava a vibrar rápido o suficiente. Foi quando vós modificastes as regras. Isto encontrou oposição daqueles que eram metafísicos, que tal coisa poderia ser, que o próprio sistema esotérico evoluiria, porque o viés lá é tal como o da ciência, que há um sistema estático de energia que nunca muda e no qual tudo o que vós teríeis que fazer seria descobrir os seus atributos a fim de poder controlá-lo. Não havia entendimento de que até mesmo as regras da Física evolvem. Enquanto o globo vibra mais alto, a regras mudam. Este é o atributo quântico da Física em geral. Vós tendes galáxias que evoluem, sistemas solares a evoluir, planetas a evoluir, consciência a evoluir. Tudo é assim porque não existe tal coisa como um sistema estático de leis para tudo. Vós simplesmente as mudastes.

Desde 1987 aqui há um atributo do que sucede: os seres humanos chegam ao planeta, visitam a Caverna da Criação, colocam a sua essência no seu devido cristal, eles chegam e começam a viver as suas vidas. Ah, mais agora, quanto eles vivem as suas vidas, têm as suas epifanias, seguram a sua luz, aprendem o que devem aprender como almas velhas, isso está a ir diretamente à malha cristalina. Nenhuma morte é necessária. Nisso se modifica até mesmo a vossa longevidade. Num sistema velho, no qual vós tínheis que falecer antes da malha cristalina poder receber o que vós aprendestes, o falecimento de cada um de vós era imperativo; agora não é.

Escutai. É hora de entender longevidade está em vossas mãos. Não é parte de um sistema antigo. Carma não importa. Aqui estais vós, com controle sobre vós mesmos e sobre a vossa malha cristalina, tudo o que vós tendes aprendido, o quadro de tempo mesmo do planeta, atividade vulcânica, terremotos...Quando vós partirdes ...Vós podeis dizer, ‘Kryon, somente um mestre poderia fazer isso!’ Nós dizemos, ‘exatamente!’ Vós estudais maestria. Os sistemas de energia que nós temos dado a vós hoje, que são novos, e têm acontecido nos últimos 20 anos, são sistemas de maestria. É tudo sobre vós, a mudar a vós mesmos. Nós estamos a dizer que um atributo faltante, a peça que falta: retornai ao velho sistema no qual havia um relacionamento com Gaia. Aquela que canaliza Gaia vos dirá isso, porque ela sabe. Ela vos dirá que poluentes não causam “aquecimento global”, porque ela sabe.

Aqui está, tudo sobre consciência. O quadro de tempo, ou seja, o quão rapidamente o tempo aparenta ir, foi modificado. Então eu digo aos Trabalhadores da Luz que escutam a isto ou que estão presentes nesta sala, ‘não sentistes isso?’ O tempo se move mais rapidamente; os vossos relógios não. A grande mente que era Einstein dera isso a vós, mas vós nunca pensastes que vós poderíeis aplicar isso a eventos quânticos; nem ele. Vós vibrais mais rapidamente. Vibração é velocidade. Não importa se é retilínea ou oscilatória. Ela acelera caso vós vibreis mais rapidamente. Quanto mais rapidamente vós vibrais, tanto mais o tempo é modificado. Prestai atenção.

Então aqui nós estamos, amados seres humanos. O conhecimento que nós vos damos hoje, que vos convida a reconfigurar um processo do qual a maior parte de vós é ignorante. A lição de hoje é esta, que vós estudeis os indígenas, porque eles estão certos. Observai aqueles que honram a terra na qual nós estamos sentados, porque eles estão certos. Estudai a mitologia que eles possuem. Não haveis vós achado a semente de verdade que ela contem? Eles estão certos. Eles viram Gaia como uma amiga, como uma mãe.

Antes de nós encerrarmos... Antes de nós encerrarmos, eu quero retornar ao básico. Quando nós chegamos aqui pela primeira vez nesta forma, isso quer dizer num processo de comunicação através de canalização, nós vos dissemos que coisas haviam sido modificadas. Nós acabamos de descrever somente uma delas. Foi controverso. O que eu irei vos dar é muitíssimo controverso. Ela moveu um monte de energia e de emoções. Os mestres são por si mesmos capazes, de modo que o processo agora é tão direto que, como vós vibrais mais alto, vós podeis alcançar, de modo metafórico, e tocar a face de Deus. Nenhum intermediário humano nem pessoa alguma jamais é necessário durante o processo no qual os seres humanos, sozinhos em seus armários, estão a descobrir todas as partes e peças de si mesmos.

Estão lá. Olhai a majestade da luz que está lá a se sentir merecedora simplesmente - sem precisar vir a num seminário, sem ouvir uma canalização aquecedora de corações, somente sozinhos – por causa epifania de quem eles são. Esta é a linhagem dos mestres, almas velhas. É o que vós conhecestes, perdestes e agora redescobris. Eu quero que vós vos recordeis. Ide capazes.

Estas coisas que eu vos trago neste tempo, neste dia, nesta linearidade, deste modo, são a verdade, porque no processo disto vós reconfigurais até mesmo uma luz grandiosa. No processo vai direto à malha cristalina. No processo... no processo...no processo. Subitamente vós tendes aquela porcentagem de que falamos. Vós estais a caminho agora. Menos do que a metade de 1% da humanidade tem que plantar a semente de que talvez os humanos sejam Deus. Até mesmo plantar as sementes é o suficiente, porque as sementes crescem.

Abençoado é o Ser Humano que se pergunta tal questão, porque no levantar a questão há intenção pura que permite que as sementes cresçam, no correr do tempo, com o conhecimento e sabedoria. E então do descobrimento. Esta é a mensagem de hoje: tudo sobre Gaia. Ou não é? Ou não é? Tomai essas coisas que são dadas e traduzi-as à vossa realidade. Se vós não entendeis todas essas coisas, então eu vos digo isso, que podem ser dadas a vós de uma só vez, se assim vós desejardes. Vós então diríeis, ‘o que foi tudo isso novamente?’ Vós recebeis isso completamente, mas este é o Espírito a vos amar tanto a ponto de vos honrar. Vós sois interessantes, num processo que é profundo, que é aquilo que somente é dado num tempo de transição de uma humanidade que evolui. Essa é a razão da nossa presença aqui, dada neste dia, debaixo da sombra da montanha que fala bastante claramente destas coisas. A Família está lá. Se vós olhais o suficiente, eles estão nas ruas de Shasta, porque já é chegada a hora deles para isso. E se vós realmente desejais saber mais, vós subireis a colina, somente um pouquinho, e talvez alguns deles irão sair e vos dar um abraço. E vós sabereis se isso acontecer. Vós sabereis disso.

E assim é.
Kryon.

Transcrição e tradução não oficial da mensagem ao vivo por:
Marcus Vinícius Pinheiro de Castro
Fonte em Inglês do áudio: http://www.kryon.com/Audio/Shasta.mp3
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